Max5 Cup e o seu codinome raiz

Neste último fim de semana, tive o prazer mais uma vez de participar de um campeonato presencial e o que muita gente deveria fazer (embora eu fiz como imprensa, talvez faria como espectador também para apoiar o cenário) estar envolvido e próximo daqueles que estão entre os melhores do Brasil e também poder entender um pouco do fator lan e como é diferente de estar preso na internet.

Fonte: Saymon Sampaio/Agência X5

Eu conheci muita gente de uns tempos para cá no cenário e o mais legal que todo evento eu conheço mais alguma pessoa que não tinha conhecido antes, torcer, vibrar e ouvir cada time vibrando a cada round é uma coisa muito sinistra a vibe que isso fica é sensacional e índico a todos que quando tiverem a oportunidade participem.

A casa do campeonato a Max5 talvez seja um dos poucos lugares que conseguem receber um evento no Brasil aberto ao público, quem comandou todo esse show foi dois caras que eu sinceramente tenho amizade e mandaram muito bem Lucas “Lore” Loureiro que estava narrando Cross Fire e o caster da Gamers Clube Ricardo “qep” Fugi.

Bom vamos falar do campeonato agora, intitulado com o nome raiz no primeiro dia mostrou o porquê do nome 21 horas de campeonato (fonte: Espn e-sports) não é para qualquer um, mas também não é uma novidade no cenário de counter-strike acostumado com atrasos e o formato escolhido pela organização também não cooperou muito com o horário, a gritaria quando um time faz um round não pode faltar, aquele olho no olho depois do jogo, aqueles gritos “Ué parou de gritar, por que?” ou “tá em choque pede pause” e ainda melhor “vai guarda” acompanhado de um “entrega newba” é de matar a saudade e se entregar a nostalgia.

Nenhuma novidade com a fase de grupos, a não ser o time do nosso ex-parceiro aqui do sitecs.net Mauricio “G-5” Cardoso que perdeu por 14-1 de terrorista contra a Black Dragons e saiu vitorioso com a Destiny por 16-14, fora isso os classificados foram os grupos mais fortes Team One, Hookahlike, Operation Kino e Black Dragons.

Fonte: Saymon Sampaio/Agência X5

A Final foi feita entre Team One que derrotou a Black Dragons nas semi-finais e Hookahlike que passou a Operation Kino, melhor para a Team One que se sagrou campeã do torneio e também garantiu o favoritismo de ser uma das melhores equipes se não a melhor do Brasil.

O grande problema foi a falta de público, eu estive anotando muitas coisas durante o torneio, entre um rascunho e outro sempre anotava o público que não estava lá, em grande maioria o público que compareceu ao local ou foram os clientes da max5 de fim de semana ou muitos parentes e amigos dos jogadores, o que não é bom já que a maioria não compraram ingresso e somando tudo isso no final do evento se olha se compensa uma amplitude de um evento presencial sem público.

Tenho que registrar aqui para não ter que varrer a sujeira para debaixo do tapete, um fato triste que aconteceu foi estar sentado fazendo meus rascunhos e de repente surgir uma imagem no telão um ex-comentarista banido pelo uso de programas auxiliares e do qual o próprio assumiu sentar na mesa de análise e ficar comentando os jogos da maneira mais normal possível, desculpa organizadores mas o CS Raiz jamais toleraria, logo o cs raiz que condenou Aspx lá em 2009 ainda e o mesmo até hoje diz que não usou nada e até hoje é crucificado apoiando alguém assumiu a utilização dos programas maliciosos estar comentando um jogo de counter-strike? … Desculpa mesmo, mas a credibilidade foi colocado em cheque com a presença dele. (Não sei se registrei isso em algum lugar, mas parabenizo a Gamers Club até hoje por não ter escondido nada e banido o mesmo pela utilização dos auxiliares, parabéns pelo profissionalismo).

Outros fatos negativo do torneio a falta de público deveria ter sido melhor agendado todo o evento, na semana que foi anunciado que a SK Gaming estará no Brasil participando do torneio da gamers club neste mês ainda o público logicamente deu preferência a comparecer no segundo evento que ocorre no último fim de semana deste mês, o modelo na fase de grupos que deixou cansativo o torneio e alguns jogos sem transmissão devido ao horário como os do grupo da Black Dragons e Operation Kino.

Mas apesar desses fatos negativos Leandro “lele” Braga que pulou de peito para a organização do torneio acertou em muito, o clima da lan estava muito sinistro, a max5 em um ano se tornou o melhor lugar para eventos de e-sports no Brasil e aos times que se disponibilizaram a estar presentes mesmo tendo daqui duas semanas um torneio de uma dimensão e premiação maior se preparando melhor para o torneio.

 

GG Guys!

 

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Bacharel em administração, Palmeirense fanático, palestrante desmotivacional, adepto a barba de mendigo, amante de qualquer Fps, estudante de CS:GO aficionado e newbie nas horas vagas. :)

1 Comentário

  1. Show! Parabéns pela participação..

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