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Times da BLAST se posicionam contra a parceria com Neom

As organizações oficiais parceiras à BLAST Premier estão se juntando para fazer uma pressão em cima da organização do torneio e convencê-los a desistir da parceria.

No fim de julho, foi anunciada a parceria entre Neom, a megacidade saudita de US$500 bilhões, e a BLAST, um acordo recorde. Entretanto, algumas figuras públicas e a comunidade de Counter-Strike não viram com bons olhos a situação, visto que os países do Oriente Médio são, muitas vezes, relacionados a abusos com a comunidade LGBTQ+ e a tribos indígenas.

Os primeiros a se pronunciarem e condenarem publicamente a parceria foram alguns casters e comentaristas.  Duncan “⁠Thorin⁠” Shields, Frankie Ward, Harry Russell, Hugo Byron, Vince Hill e Dust Mouret disseram que não irão trabalhar mais para a organização caso a acordo se mantenha.

O atual coach da Team Liquid e ex-comentarista, Jason “moses” O’Toole, enviou um e-mail à BLAST criticando a companhia dinamarquesa por não se pronunciar e por colocar seus empregados e freelancers em investigação pública.

A única organização que se pronunciou publicamente, até agora, foi a Astralis. O CEO da organização, Andres Hørsholt, disse à Politiken.dk que a org acha inadmissível.

Assim como a BLAST, a LEC, competição europeia de League of Legends, teve problemas entre comunidade e parceria com Neom. O projeto era o mesmo, mas foi boicotado por membros de transmissão e da Riot Games. Assim, o acordo cancelado em menos de 24 horas.

Estudante de Publicidade e Propaganda, Athleticano sofredor, pintor de paredes do CS e escritor.

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