A História do CS: Relembre os “fiascos” do famoso jogo mundial

É inegável o sucesso que a franquia Counter Strike atingiu mundialmente. Seu maior sucesso atualmente é o Counter-Strike: Global Offensive, uma verdadeira febre entre jogadores casuais e, principalmente, entre os profissionais dos esportes eletrônicos. O título já rendeu prêmios de mais de U$ 70 milhões, cerca de R$ 275 milhões, em competições.

E não são apenas os profissionais que conseguiram lucrar alto com a franquia CS. Os eSports estão presentes em diversas plataformas de apostas online e, como não poderia deixar de ser, Counter-Strike é uma das modalidades de apostas disponíveis. Para você que quer conhecer mais sobre o universo das apostas em jogos competitivos, existem diversos fatores que mostram que o bet365 é confiável, sendo este um bom ponto de partida.

Mas como nem tudo são flores, a franquia Counter-Strike também carrega alguns fracassos ao longo de sua história e é sobre isso que queremos falar aqui. Listamos, abaixo, alguns dos maiores “fiascos” do famoso jogo.

Counter-Strike: Condition Zero

Os problemas com Counter-Strike: Condition Zero eram perceptíveis antes mesmo do seu lançamento. O jogo foi anunciado na E3 de 2001, mas seu lançamento só veio a ocorrer três anos depois, em 2004. E não foram poucos os entraves até que o game chegasse às prateleiras. O plano inicial era que ele fosse lançado já no início de 2002, mas foi adiado após passar por três empresas diferentes durante o seu desenvolvimento. E o que é pior: Condition Zero foi finalizado apenas para, logo em seguida, ser refeito do zero devido às avaliações negativas da crítica especializada.

Quando o game foi finalmente lançado, as críticas foram mistas, fazendo com que ele conseguisse a marca de 65 pontos no Metacritic, site que reúnes as principais análises de jogos. Dentre os principais elementos negativos apontados estavam os gráficos ultrapassados do jogo, resultado do longo tempo em que esteve em desenvolvimento.

Counter-Strike: Source

Em Counter-Strike: Source não temos um caso tão desastroso quanto o Condition Zero, seu antecessor, mas é um jogo que não agradou aos jogadores profissionais. Sua recepção com a crítica especializada foi bastante positiva, tendo atingido a marca de 87 pontos no Metacritic. Além disso, seu sucesso entre os jogadores poderia ser facilmente percebido levando em consideração que o game chegou a registrar um pico de mais de 100 mil jogadores simultâneos na Steam.

A maior dificuldade do Source, portanto, foi sair da sombra do 1.6, que era consenso na época e serviu de “escola” para diversos jogadores profissionais, como o membro da mibr, “Lucas1”. Esse fator culminou nas críticas  negativas entre os jogadores profissionais, que também alegavam que a mecânica do novo jogo era extremamente simples.

CS:GO (para consoles)

A primeira coisa a se fazer aqui é reconhecer que Counter-Strike: Global Offensive é um fenômeno mundial, sendo atualmente o principal jogo da franquia no cenário competitivo. Mas essa afirmação só pode ser confirmada se levarmos em consideração a versão do jogo para computadores, é claro.

Além dela, CS:GO também foi lançado para Xbox 360 e PlayStation 3, que não fizeram o mesmo sucesso. O problema foi que a versão para consoles perdeu uma série de características e funções que estavam presentes na versão para PC. As atualizações foram outro problema marcante da versão que, até hoje, segue exatamente como quando foi lançado, sem nenhum novo update.

Counter-Strike Nexon: Zombies

Lançado gratuitamente em 2014 na Steam, Counter-Strike Nexon: Zombies não agradou aos fãs primeiramente por não ter nenhuma relação com a franquia Counter-Strike. Além disso, o jogo tinha uma série de bugs em seu sistema de microtransações e motor gráfico, o que foi mais um elemento que contribuiu para o seu fracasso.

O game conta com mais de vinte modos de jogo, todos muito diversos, e mais de cinquenta mapas de jogo. Apesar disso, é até hoje o título da franquia CS com a pior avaliação na Steam.

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Bacharel em Administração de Empresas e Especialista em Marketing pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná, fundador do SiteCS e da FC Web, trabalhando em desenvolvimento de sites e campanhas digitais desde 2002.

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