Counter-Strike: Global Offensive

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Doping no e-sports o que pode ser feito?

Sim, mais uma vez casos e inúmeras análises surgem com referência a uso de programas externos ao Counter-Strike para diversos tipos de auxílios e é de se pensar o quão nocivo é ao cenário de e-sports esse problema.

Não existe muito segredo sobre como isso é impactante, vide a Titan que após o caso de Hovik “KQLY” Tovmassian veio a ter uma queda brusca de receita, até decretar falência e dispensar a line que tinha sob contrato.

Após isso diversos casos aconteceram, como o da Optic India que veio após o caso ocorrido na lan, impactando em todas as outras lines até mesmo atingir a feminina na época que contava com o quinteto brasileiro liderado por Juliana “showliana” Maransaldi em um efeito dominó, as marcas que patrocinam não veem com bons olhos estarem associadas a trapaças.

Vale sempre ser lembrado o caso do ex jogador da Cloud 9, que afirmou que fazia o uso de substâncias que causavam efeitos de atenção e reflexo como Adderall e Ritalina, que foram citados o

Agora com o caso da Chaos E-sports Club envolvendo principalmente os jogadores Erick “Xeppaa” Bach e Nathan “leaf” Orf, que simplesmente tiveram diversas jogadas suspeitas contra a mibr e outras no jogo seguinte contra Team One, surge a questão do que fazer e como proceder com problemas deste tipo, assista o vídeo para ver as jogadas citadas como suspeitas:

Agora a saída do e-sports talvez seja única a guerra contra os cheaters de uma vez por toda, a união entre Valve e Riot poderia ser a sugestão mor neste caso, para que a unificação do banco de dados dos trapaceiros seja posto a prova, milhares de pessoas se envolvem com as competições desde espectadores, jornalistas do meio, narradores, comentaristas, apostadores e jogadores que diretamente ou indiretamente impactam na arrecadação e retorno financeiro que pode existir.

Talvez seja mais do que a hora de ser criada, assim como nos esportes, uma organização que lute e controle do “doping” no e-sports ou até apenas uma mesinha lá na WADA (Agência mundial anti-doping) para que possa ser discutido, investido e lutado de vez contra todos os tipos de trapaças que possam acontecer.

Bacharel em administração, Palmeirense fanático, palestrante desmotivacional, adepto a barba de mendigo, amante de qualquer Fps, estudante de CS:GO aficionado e newbie nas horas vagas. :)

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